Hoje, durante a tarde, levantei um tópico no Facebook um tanto quanto polêmico, quando eu disse que tinha lido alguém escrever “comcordo”. Sim, infelizmente. Neste tópico houve muito deboche, brincadeiras, mas também conversa séria.

O que será que o brasileiro quer ser quando crescer?

Eu amo o Brasil, adoro a cultura, mas temos que concordar que em aspecto de educação e interesse (dos brasileiros) o mesmo está muito abaixo de outros países. Não vou, nem quero, citar números e estatísticas da educação do Brasil aqui, pois este não é o assunto principal deste simples post e sim sobre o que os brasileirinhos que nascem a cada dia querem da vida.

Na minha opinião, muitas vezes de bosta, a escrita é essencial e chega na mesma importância de falar, andar e/ou até enxergar, mas infelizmente muita gente acha que não.

“é normal uma pessoa não saber escrever”

Como assim? Eu acho normal uma pessoa não saber escrever, mas se a mesma tiver mais de 40 anos e/ou quando criança não teve oportunidades de estudo, mas hoje em dia a pessoa tem sim a obrigação de saber escrever corretamente, saber utilizar as vírgulas e saber a diferença entre “mais” e “mas” que é o básico da língua portuguesa.

A pessoa não precisa escrever como o Fernando Pessoa, Luís de Camões ou outros ótimos escritores, mas ao menos conseguir ter um texto correto e inteligível.

Posso parecer babaca — muitas vezes sou —, mas estamos em 2013, um ano onde a tecnologia está no ápice e não sabemos o quanto mais pode evoluir daqui um dia, um mês ou até um ano. O conhecimento está em nossas mãos. O Google, por exemplo, é uma ferramenta extraordinária onde de nossa casa podemos aprender, estudar e retirar nossas dúvidas rapidamente.

Infelizmente muita gente não usa estas ferramentas para o bem. Infelizmente, hoje em dia, as pessoas só querem saber de curtir e compartilhar as babaquices que veem no Facebook, sem ao menos ler (menos ainda saber) o que aquela imagem ou texto significa.

Uma dica: leia mais.

Por que não ler? Ok, a escola também não ajuda sugerindo aqueles livros chatos, mas faça um favor para você, leia. Busque outros livros, sugira outros livros, mostre interesse. Não fique vidrado em um só assunto, abra sua mente. O conhecimento está aí na sua cara, agarre-o.

Meu pai sempre me disse (e ainda diz) que, quando criança, ele ia em bibliotecas, passava horas copiando várias páginas para poder estudar em casa, pois, muitas vezes, não era permitido o empréstimo de livros. Felizmente esse tempo passou, hoje podemos fazer nossos trabalhos escolares em nosso quarto, mas parece que não damos muito valor para isso. Hoje parece simples, mas pense um pouco sobre isso… Viu? É sensacional.

Enfim, já me estendi um pouco neste assunto, o post ficou um pouco repetitivo e massante (desculpa), mas tinha que escrever algo sobre isso.